As verdades sobre as declarações do Presidente PSDB

24/01/2010 por chico13dilma2010

Este sr. Guerra P… do PSDB, disse sobre campanha eleitoral em 2010:
-Dilma e o PT estão fazendo campanha eleitoral sem a menor cerimônia. Isso é contra a lei.
As empresas não são livres para apoiar o governo?
-Apoiam para se aproximar do poder. Mas não é só isso. Em 2002, a máquina pública não foi usada na campanha de Serra a presidente. Agora, há comícios de Dilma e Lula toda semana. É um espanto.
Como está descrito abaixo perguntamos ao sr. Guerra e sua turma do PSDB o que foi isto que aconteceu em 1993 e 1994? Foi campanha? Ou foi do… sr. FHC ?????
Em entrevista à Gazeta Mercantil, reiterada ontem ao Estadão, Itamar disse que FHC fez uso eleitoral da assinatura:
“Ele cometeu uma imprudência, a qual não me cabia denunciar, ao AUTOGRAFAR CÉDULAS DO REAL NOS COMÍCIOS, sustentou”.
É o que esta na internet:
Plano Real foi um programa brasileiro de estabilização econômica, iniciado oficialmente em 27 de fevereiro de 1994 com a publicação da Medida Provisória nº 434 no Diário Oficial da União. ( 8 MESES ANTES DAS ELEIÇÕES )
O presidente Itamar Franco, responsável pelo Plano Real, autorizou que os trabalhos se dessem de maneira irrestrita e na máxima extensão necessária ao seu êxito, o que tornou o MINISTRO DA FAZENDA NO HOMEM MAIS FORTE E PODEROSO DE SEU GOVERNO, E NO SEU CANDIDATO NATURALÀ SUA SUCESSÃO.
Assim, Fernando Henrique Cardoso elegeu-se Presidente do Brasil em outubro de 1994 ( mesmo ano).
A partir de 1º de março de 1994, passou a vigorar a Emenda Constitucional nº 10. Poucas horas antes, o Ministro FHC foi à televisão e, em pronunciamento oficial em rede nacional, deu um ultimato ao Congresso Nacional para que aprovasse a emenda à Constituição Federal ( 7 MESES ANTES DAS ELEIÇÕES )
Fernando Henrique deixa o cargo de Ministro da Fazendo em meados de março de 1994, para cumprir o prazo de desincompatibilização para disputar a Presidência
Até então, Itamar Franco consentia com a ideia de tratar FHC como o “pai do Real”, e o apoiava. No entanto, mais recentemente, nega tal informação:

A parte principal que quero rebater é a afirmação de que quando ele deixou o Ministério da Fazenda para se candidatar, tudo estava pronto e feito. Isto é uma inverdade.”
Fernando Henrique Cardoso, no entanto, para favorecer sua eleição - então com a concordância de Itamar, que o apoiava - assinou como se ainda fosse ministro da fazenda as cédulas da nova moeda Real, EMBORA QUANDO ELAS ENTRARAM EM CIRCULAÇÃO ELE JÁ NÃO FOSSE MAIS MINISTRO HÁ 4 MESES (3 MESES ANTES DAS ELEIÇÕES).
Um funcionário da Casa da Moeda, responsável pelo projeto artístico da empresa, relatou a uma revista que o primeiro comunicado sobre uma outra nova moeda foi feito em novembro de 1993, e a sua produção se iniciou em janeiro de 1994, estabelecendo um recorde.[9] Tal fato reforça a teoria de que o lançamento da nova moeda foi apressado para ter efeitos eleitorais, e que o Plano Real tenha sido idealizado entre setembro de 1993 (época do lançamento do Cruzeiro Real) e julho de 1994 (lançamento do Real).
O então Ministro Rubens Ricupero disse o seguinte em entrevista a este jornal em 2001 quando perguntado a respeito do sucesso do Plano Real: “tecnicamente de FH e de sua equipe que admiro e com quem trabalhei quando assumi o cargo. Politicamente, de Itamar Franco. Sem Itamar, não haveria Real, não haveria FHC, não haveria equipe, não haveria nada. As pessoas não valorizam adequadamente o papel do Itamar”.
“Ele já não era mais ministro (da Fazenda) e, mesmo assim, assinou cédulas (de Real). É a primeira vez que estou revelando.”
O Plano Real começou a circular em julho de 1994. FHC deixou o Ministério em março de 1994.
Em nota, o ex-presidente Fernando Henrique disse que assinou os moldes da nova moeda quando ainda era ministro e debitou a acusação a um “esquecimento” de Itamar:

“O presidente Itamar Franco provavelmente se esqueceu de que todo o material correspondente à nova moeda, não só as cédulas, mas também as moedas, foi cunhado nos moldes com muita antecedência. Por isso assinei os moldes.”
SENHORES !!!
É impressionante como este sr. FHC da turma do Guerra, ainda quer que acreditemos que leva tanto tempo para mudar a assinatura em uma cédula na Casa Da Moeda, se o Sr. Ciro Gomes que foi Ministro da Fazenda de 06/09/1994 a 01/01/1995 ( menos de 4 meses ) assinou nas cédulas de R$ 1,00 séries A6569 a A7019 de R$ 5,00 séries A4094 a A5378 e R$ 10,00 séries A3404 a A6102
ESTE SR. PODE ENTENDER DE SOCIOLOGIA E LOROTAS !!! MAS DE ECONOMIA E IMPRESSÃO VAI TER QUE APRENDER MUITO.
Então Sr. Guerra, quem fez campanha eleitoral sem a menor cerimônia. Isso não foi contra a lei ????

Chico 13

IMPRENSA ( PIG ) x INTERNET / REDES SOCIAIS

20/01/2010 por chico13dilma2010

MONTEIRO LOBATO previu em seu livro editado em 1926 na 1ª edição “ O CHOQUE “ depois nas outras edições “ O PRESIDENTE NEGRO “ a queda da grande imprensa ( PIG ) com a grande descoberta INTERNET E SUAS REDES SOCIAIS ( Radiotransporte ) motivo porque hoje querem cortar o acesso ao povo!!! Na pagina 118 deste livro ele escreve ….. …. naquela data de 1926:

“ – Sim, mas jornais nada relembrativos dos de hoje. Eram radiados e impressos em caracteres luminosos num quadro mural existente em todas as casas.
- E os cegos?
- O cego ficou para trás. Cegueira, mudez, surdez, estupidez, tudo isso não passava de reminiscências de um tempo de que os homens sorriam com piedade.
O rádio que temos hoje é um ponto de partida. Vale como valem para a eletricidade moderna as primeiras experiências de Volta. Descobriram-se novas ondas, e o transporte da palavra, do som e da imagem, do perfume e das finas sensações táteis passou a ser por intermédio delas. A conseqüência lógica foi uma transformação da vida. Pelo sistema atual vai o homem para o serviço, para o teatro, para o concerto – um ir-e-vir que constitui um enorme desperdício de energia e é o criador dos milhões de veículos atravancadores do espaço, bondes, autos, bicicletas, trens, aviões e outros. Com a fecunda descoberta das ondas hertzianas e afins, e sua conseqüente escravização aos interesses do homem, o ir-e-vir forçado se reduziu à escala mínima. O serviço, o teatro, o concerto é que passaram a vir ao encontro do homem. Foi espantosa a transformação das condições do mundo quando a maior parte das tarefas industriais e comerciais começou a ser feita de longe pelo radiotransporte. Para dar uma idéia do que isso representava de economia de esforço e tempo, basta vermos o que o jornal de Miss Elvin. Pelo sistema atual, o colaborador ou escreve em casa o seu tópico ou vai escrevê-lo na redação; depois de escrito, passa ao compositor; este compõe e passa-o ao formista; este o enforma e passa-o ao tirador de provas; este tira as provas e manda-o ao revisor; este o revê e envia-o ao corretor; este faz as emendas e… e a coisa não acaba mais! É uma cadeia de incontáveis elos, isto dentro das oficinas, pois que o jornal na rua dá início à nova cadeia que desfecha no leitor – correio, agentes, entregadores, vendedores, o diabo.
- Já estive numa oficina de jornal e sei o que é isso. Puro inferno…
- Pois toda esta complicação desapareceu. Cada colaborador do Remember radiava de sua casa, numa certa hora, o seu artigo, e imediatamente suas idéias surgiam e impressas em caracteres luminosos na casa dos assinantes.
- Que maravilha!…
- Sim, não houve indústria que como a do jornal não sofresse a influência simplificadora do radiotransporte – e isso tirou ao viver quotidiano a sua velha feição de atropelo e tumulto.
As ruas tornaram-se amáveis, limpas e muito mansas de tráfego. Por elas deslizavam ainda veículos, mas raros, como outrora nas velhas cidades provincianas de pouca vida comercial. O homem tomou gosto no andar a pé e perdeu os seus hábitos antigos de pressa. Verificou que a pressa é índice apenas de uma organização defeituosa e antinatural. A natureza não criou a pressa. Tudo nela é sossegado. Parece coisa muito evidente isto; no entanto foi a maior descoberta que fez o povo mais apressado do mundo…
- Realmente! – exclamei, chocado pelo imprevisto daquele aspecto futuro. – eu que por assim dizer moro na rua, só com este quadro da rua futura já me estou assombrando com o horror da rua moderna. E, no entanto, se Miss Jane nada me revelasse continuaria a ter muito natural o tumulto de hoje….
- O hábito não nos deixa ver os defeitos, e daí a vantagem de convulsões como a de Miss Elvin. O grande obstáculo ao progresso sempre foi o hábito, a idéia feita, a preguiça de constante exame do único problema material da vida – o transporte.
- Único?
- Sim, único. Tudo é transporte na vida, senhor Ayrton, e o tumulto de hoje vem imperfeições dos nossos sistemas de transporte. Tudo é transporte! A minha voz transporta idéias do meu cérebro para o seu. Esse livro que o senhor tem nas mãos é um sistema de transporte de i,pressões mentais. Que faz a firma Sá, Pato & Cia, senão transportar mercadorias de um lado para o outro, com o fim último de transportar para as burras dos sócios o dinheiro dos clientes? E que é o dinheiro senão um maravilhoso e engenhosíssimo meio de transporte?
- Por isso são as moedas redondas…..
- Rodinhas… O homem deu o primeiro grande passo em matéria de transporte com a invenção da roda. Mas ficou nisso. Repare que a nossa civilização industrial se cifra em desenvolver a roda e extrair dela todas as possibilidades. Daqui a séculos quando possível ao homem uma ampla visão do seu panorama histórico, todo este período que vem do albor da história até nós vai prolongar-se por muitas gerações receberá o nome de Era da Roda. Mas do ano 2200 em diante começará o seu declínio…….

Porque Dilma 1ª mulher Presidente Em julho 2008, do Eleitorado 67.483.419 são mulheres (51,8% )

20/01/2010 por chico13dilma2010

TSE divulga perfil do eleitorado brasileiro ( Julho 2008 )
BRASÍLIA - O Brasil é cada vez mais feminino, revelou a estatística divulgada nesta terça-feira pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maioria – 51,8% do universo de mais de 130 milhões de eleitores registrados no banco de dados da Corte – é formada por mulheres. Esta tendência vem se consolidando pelo menos desde a eleição de 2000, quando o eleitorado feminino superou o masculino, totalizando 50,48% do total de eleitores que participaram daquele pleito.
De acordo com o TSE, existem no país exatos 130.469.549 de brasileiros, regularmente inscritos perante a Justiça Eleitoral e, portanto, aptos a elegerem seus representantes no executivo e legislativo municipais. Deste total 67.483.419 são mulheres e 62.824.986 são homens.
Apenas nos estados do Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, e Tocantins esta realidade é invertida, com colégios eleitorais marcados pela predominância masculina. Em compensação, no estado do Rio de Janeiro, 53,29% do eleitorado é feminino – percentual bem acima da média nacional. Pernambuco, Ceará e São Paulo também possuem eleitorados femininos expressivos, com mais de 52% de participação das mulheres nos números totais.
Com este perfil FEMENINO acredito que deveríamos acrescentar ao adesivo:
DILMA a 1ª MULHER PRESIDENTE.

O que não é publicado na REDE PIG!!!!! Reflexões de Fidel: A lição do Haiti

20/01/2010 por chico13dilma2010

O que não é publicado na REDE PIG
Reflexões de Fidel: A lição do Haiti

“No campo da saúde e outras áreas, em Cuba, apesar de ser um país pobre e bloqueado para ano tem vindo a cooperar com o povo haitiano. Cerca de 400 médicos e especialistas em saúde oferecem gratuitamente a cooperação do povo haitiano. Em 227 dos 337 municípios do país estão a trabalhar todos os dias os nossos médicos. Além do mais, nada menos que 400 jovens haitianos foram treinados como médicos em nosso país. Agora trabalho com o reforço que ontem viajou para salvar vidas em situação crítica. Eles podem mover-se, portanto, sem esforço especial, até mil médicos e especialistas em saúde que já estão quase todos lá e pronto para cooperar com qualquer Estado que queira salvar vidas no Haiti e na reabilitação de lesões. “

15/01/2010

Durante dois dias, quase às 6 horas, quando Cuba, durante a noite no Haiti por sua localização geográfica, as estações de televisão começaram a divulgar a notícia de que um grande terremoto com magnitude 7,3 na escala Richter, foi severamente espancado em Port-au-Prince. O evento sísmico teve origem em uma falha tectônica localizado sobre o mar, a apenas 15 quilômetros da capital haitiana, uma cidade onde 80% da população vive precárias habitações construídas de barro e lama.

A notícia continua quase sem interrupção durante horas. Não foram encontradas imagens, mas afirmou que muitos prédios públicos, hospitais, escolas e mais sólida construção são relatados em colapso. Eu li que um terremoto de magnitude 7,3 é equivalente à energia liberada por uma explosão equivalente a 400 mil toneladas de TNT.

As descrições foram transmitidos trágico. Os feridos nas ruas clamando ajuda médica, cercado por familiares enterrados ruínas. Ninguém, no entanto, foi incapaz de transmitir qualquer imagem por muitas horas.

A notícia pegou todos nós de surpresa. Muitas vezes ouviu informações sobre furacões e inundações no Haiti, mas não sabia que o país vizinho estava em risco de um grande terremoto. Desta vez, verificou-se que 200 anos atrás, houve um grande terremoto na cidade, que certamente alguns milhares.

Às 12 horas, nenhuma menção é ainda uma estimativa de vítimas. ONU cúpula os líderes do governo e falou de vários eventos de agitação e anunciou o envio de equipes de emergência. As tropas estão implantados há Minustah, as forças das Nações Unidas de vários países, alguns ministros da Defesa falou sobre possíveis vítimas entre os seus funcionários.

Foi realmente manhã da quarta-feira, quando começou a ficar triste notícia sobre enormes perdas humanas na população, e mesmo instituições como a ONU referiram que alguns dos seus edifícios tinha desmoronado ali, uma palavra que não diz nada em si mesma ou pode significar muito.

De forma ininterrupta durante horas ficando mais e mais notícias traumáticas a situação naquele país irmão. Os números foram discutidos variam mortes, de acordo com relatórios, entre 30 mil e 100 mil. As imagens são sombrias e é evidente que o evento desastroso recebeu ampla distribuição mundial, e muitos governos, sinceramente, movido, fazendo esforços para cooperar, na medida dos seus recursos.

A tragédia mudou-se de boa fé para muitas pessoas, especialmente aquelas de caráter natural. Mas talvez poucos parar para pensar por que o Haiti é tão pobre. Por seu povo depende quase 50 por cento das remessas familiares que são recebidos do exterior? Por que não considerar também as realidades que levou à actual situação no Haiti e seu imenso sofrimento?

O que é fascinante nesta história é que ninguém se pronuncia uma palavra para lembrar que o Haiti foi o primeiro país em que 400 mil africanos escravizados e traficada pelos europeus revoltaram contra 30 mil brancos proprietários de plantações de cana e café, trazendo a primeira grande revolução social em nosso hemisfério. Páginas de glória insuperável foi escrito lá. O mais eminente de Napoleão foi derrotado. O Haiti é um produto líquido do colonialismo e do imperialismo, mais de um século de utilização dos seus recursos humanos trabalhar mais, intervenções militares e da extração de suas riquezas.

Esta negligência histórica não seria tão ruim quanto a realidade de que o Haiti é uma vergonha do nosso tempo, prevalece em um mundo onde a exploração e espoliação da imensa maioria dos habitantes do planeta.

Bilhões de pessoas na América Latina, África e Ásia sofrem de deficiências similares, embora talvez não todos, a uma taxa tão elevada como o Haiti.

Situações como este país não deve existir em qualquer lugar na Terra, onde há dezenas de milhares de cidades em condições similares e às vezes pior, sob uma ordem econômica internacional e política imposta ao mundo errado. A população do mundo está ameaçada, não só as catástrofes naturais como o Haiti, que é apenas uma pálida sombra do que poderia acontecer no planeta às mudanças climáticas, que era realmente um objeto de escárnio, zombaria e decepção em Copenhague.

É justo que se expressa de todos os países e instituições que tenham perdido alguns cidadãos ou membros da catástrofe no Haiti não tenha dúvida de que, neste momento, fez o maior esforço para salvar vidas e aliviar a dor do que pessoas que sofrem. Não podemos culpar um fenômeno natural que ocorreu ali, apesar de discordar da política seguida com o Haiti.

Não posso expressar a opinião de que é hora de buscar soluções reais e verdadeiras para que a nação irmã.

No campo da saúde e outras áreas, em Cuba, apesar de ser um país pobre e bloqueado para ano tem vindo a cooperar com o povo haitiano. Cerca de 400 médicos e especialistas em saúde oferecem gratuitamente a cooperação do povo haitiano. Em 227 dos 337 municípios do país estão a trabalhar todos os dias os nossos médicos. Além do mais, nada menos que 400 jovens haitianos foram treinados como médicos em nosso país. Agora trabalho com o reforço que ontem viajou para salvar vidas em situação crítica. Eles podem mover-se, portanto, sem esforço especial, até mil médicos e especialistas em saúde que já estão quase todos lá e pronto para cooperar com qualquer Estado que queira salvar vidas no Haiti e na reabilitação de lesões.

Outro grande número de pessoas matriculadas jovens haitianos estudam medicina em Cuba.

Nós também cooperar com o povo haitiano em outras áreas que estão ao nosso alcance. Haverá, no entanto, nenhuma outra forma de cooperação, para considerar a pena, mas para lutar na arena de idéias e de ação política para acabar com a tragédia ilimitada de sofrer um grande número de nações como o Haiti.

O chefe da nossa brigada médica informou que “a situação é difícil, mas nós já começamos a salvar vidas.” Isso foi feito através de uma breve mensagem horas após sua chegada, ontem, em Port-au-Prince, com reforços adicionais médica.

Tarde da noite, informou que os médicos cubanos e formados na ELAM haitianos estavam sendo implantados no país. Tinha assistido em Port-au-Prince e mais de mil pacientes, realizando um trabalho de urgência do hospital não tinha recolhido, com tendas, quando necessário. Preparados para rapidamente instalar outros centros de atendimento de urgência.

Sentimos um orgulho saudável na parceria que, nestes momentos trágicos, os jovens médicos cubanos e haitianos os médicos formados em Cuba estão a prestar aos seus irmãos no Haiti!

Fidel Castro Ruz
January 14, 2010
8 e 25 p.m

Resposta a baixaria desta senhora Aileda de Mattos Oliveira

20/01/2010 por chico13dilma2010

Aileda de Mattos Oliveira……… Prof.ª Dr.ª ????????de Língua Portuguesa Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) …
“Tudo está dominado, porque está corrompido pelo dinheiro fácil em troca da traição e da sabotagem. Apenas por patriotismo, sem levarmos nenhuma vantagem, porque pertencemos a outro grupamento ético, que não leu o glossário lulista, sabotemos o filmeco do palhaço de Garanhuns, desde já, para que, no ato da divulgação, caia no ridículo o Filho bastardo do Brasil, que bem poderia ser o Filho de outra coisa que já sabemos o que é.”
Uma Senhora de 75 anos, que se diz “Prof.ª Dr.ª de Língua Portuguesa” pertencer a outro grupamento ético, acredito que tenha falhado em suas aulas de Português pela sua contradição ,
“Já imagino esse filmeco sendo veiculado no agreste, nos sertões, arrebanhando os ingênuos e estimulando-os ao analfabetismo, à bebida e à rebelião “
Porque seus colegas professores que durante 500 anos,
“Tais alterações são produtos dos erros de raciocínio e da falta de intimidade vocabular, que a incontinência verbal do senhor feudal, pela repetição, torna-as vernaculares. Tudo isso, aliado à esperteza de um espírito pusilânime, tem o poder de corromper os alicerces de todos os poderes da República.”
não conseguiram alfabetizar este outro grupo ético “ no agreste, nos sertões “ a Senhora da época dos coronéis, estudava as custas dos GOVERNOS em uma Universidade Federal, “Regredimos ao populismo desenfreado do brizolismo e percebemos, claramente, a existência de dois Brasis: o que trabalha e estuda para o desenvolvimento nacional e o que vive de estelionato político, sorvendo os impostos pagos pelo primeiro dos Brasis.”
Ou por esta casta que a nossa geração não foi capaz de mudar e os seus colegas de salário mínimo não puderam ir para as Universidades Federais e depois voltar a escola e mudar “os traficantes do Rio, “está tudo dominado”. Eles sabem o que dizem, infelizmente. Tudo está dominado, porque está corrompido pelo dinheiro fácil em troca da traição e da sabotagem.” o que foi criado nos últimos 500 anos nas cidades e no campo !!!!!!
A senhora deve pertencer a este outro grupamento ético que durante 500 anos fez “A pressão para um conflito entre brasileiros .” e “Apenas por patriotismo, sem levarmos nenhuma vantagem, porque pertencemos a outro grupamento ético” criar “ a multidão de ignorantes do interior do país”.
Esta sua conduta é demonstração de desequilíbrio psíquico, uma senhora de 75 que se diz …. perdendo valores que cultivávamos como habituais normas de conduta, não merece atenção deste povo de 80% de ignorantes brasileiros sem ética e não fazer parte desta outra casta que a senhora diz pertencer.
Art.1º Parágrafo único
“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da Republica Federativa do Brasil:
I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;
II- garantir o desenvolvimento nacional;
III- erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais:
IV- promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, e qualquer outras formas de discriminação.
Entre a sua casta ética e seus Boris ….., EU fico com a casta de 80% de brasileiros em que está incluído o nosso Presidente Lula, a Doutora Zilda Arns e seus 150 mil seguidores, os soldados brasileiros no Haiti, muitos outros brasileiros que não tiveram as oportunidades e grande parte de brasileiros que tiveram a oportunidade de um curso superior mas não se acham de casta superior e trabalham para reduzir as desigualdades.
Francisco de Assis d´Avila
Com orgulho de ser BRASILIEIRO .

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO PETRÓLEO

28/07/2009 por chico13dilma2010

Brasileiras e Brasileiros.

PETROBRAS é uma HISTÓRIA de LUTAS do POVO BRASILEIRO que não podemos deixar a merce da “ LEI DA CAPTURA “ , a “ LEI DA SELVA “ - “ TIRA O PETRÓLEO DE TEU VIZINHO ANTES QUE ÊLE TIRE O TEU “.

Lendo o livro “ O IMPÉRIO DO PETRÓLEO “ escrito em 1955 pelo americano HARVEY O`CONNOR grande conhecedor do assunto, intimo e amplo consequente aos longos anos de ligação aos movimentos sindicalistas da industria petrolífera, jornalista militante especializado em petróleo e membro da poderosa Organização Internacional dos Trabalhadores em Petróleo ( OWIA ), tudo isso assegura o recolhimento meticuloso e honesto dos dados surpreendentes que dão a este livro. Traduzido em 1959 por Luiz Cláudio de Castro em 1959 que conta os primeiros quase 100 anos da História do Petróleo no Mundo. Publicado pela ZAHAR EDITORES.

Em principio dá para entender que os mesmos senhores ou seus seguidores querem fazer desta parte do BRASIL que é a PETROBRAS do Povo Brasileiro com os FATOS que aconteceram após a Criação da PETROBRAS, Decreto 2004 de 3 de outubro de 1953, registra o nascimento de uma das maiores companhias petrolíferas do continente americano: a PETROBRAS. Fundada pela lei nº 2004, sancionada pelo presidente Getúlio Vargas, depois de emocionadas discussões e ferozes diatribes travadas na rádio e na imprensa nacional.

Depois em 06 de agosto de 1997 o Sr. presidente FHC sancionou a lei 9478 que PERMITIU a presença de capitais e outras empresas com a venda de ações que são do POVO daquela que foi e sempre será o PODER E A LIBERDADE DO POVO BRASILEIRO.

Hoje vemos os mesmos senhores representantes daquilo que o Sr. Harvey relata de mais vil para a LIBERDADE de um POVO, mostrar as suas unhas no sentido de DENEGUIR o Poder de LIBERDADE de um POVO.

Como ele sita a PAZ MUNDIAL estará ligada diretamente a exploração do Petróleo pelos povos que tem em seu berço como podemos ver no Brasil a Petrobras, no México a Pemex o que não é permito no Irã, Iraque, Venezuela, e outros países do Oriente Médio onde nos últimos 50 anos vivemos o ditado “DEPOIS DE NÓS, O DILÚVIO”.

Aos que ainda tem duvida do que representa a PETROBRAS e o PETRÓLEO, sugerimos lerem este livro que conta a história do petróleo até os anos 50 e entenderem o porque da luta do POVO BRASILEIRO, que tanto lutou e LUTARÁ pela PETROBRAS.

Abaixo o Prefácio deste livro escrito pelo Sr. Cel. Janary Nunes. ( Ex-presidente da Petrobras )

Quando decorrem cem anos da descoberta do Petróleo em Titusville, na Pensilvânia, pelo Cel. Edwin L. Drake – marco do nascimento da indústria petrolífera- vem a público a tradução em português do livro de Harvey O´Connor- “IMPÉRIO DO PETRÓLEO”. Os brasileiros irão ler obra magnífica, que analisa o problema do petróleo sob variados aspectos, sobretudo sob o prisma do interesse público.
Não seria incorreto chamar o período compreendido entre 1859 e 1959 de o “seculo do petróleo”. Porque nenhum outro produto da natureza exerceu tanta influência na modificação da vida cotidiana como esse líquido viscoso, concebido no ventre profunda da terra há milhões de anos para servir de instrumento admirável da imaginação humana na sua ânsia de domino do mundo.
Já chamaram ao petróleo, com propriedade de o mágico da era em que vivemos. A ciência pode extrair dele cerca de cinco mil produtos. Difícil de ser localizado, esquivo, misterioso, dá-se integralmente aos que conseguem utiliza-lo com sabedoria. Do petróleo aproveita-se tudo. Até o cheiro encontra aplicação.
Possibilitou, como gasolina, o surto da industria automobilística e de navegação aérea; como gás, ilumina e aquece os lares; como lubrificante, conserva máquinas e equipamentos; como combustível, aciona navios e locomotivas, alimenta fornos, caldeiras e motores industriais; como querosene, impulsiona aviões a jato ou esfria refrigeradores domésticos e é a fonte de luz de casa humildes; como asfalto, permitira pavimentação das rodovias modernas; como gás residual,desvenda os imensos horizontes da indústria petroquímica, que, ainda no berço, já se transforma em fertilizantes, em plásticos, em “nylon” ou inseticidas, em borracha sintética, em explosivos, em solventes, em enxofre, em acido sulfúrico e numa infinidade de produtos úteis. O petróleo, essa mistura extremamente complexa de compostos orgânicos, constitui, por isso, instrumento excepcional de prosperidade das nações.
O petróleo imprimiu à nossa civilização seu estilo e seu ritmo. Mesclou-se a todas as atividades. Para onde quer que nos voltemos sentimos sua influencia na terra, no mar, nos ares, nos campos, nas usinas, nas cidades.
Harvey O´Connor, neste livro corajoso e objetivo, conta-nos a história do petróleo e nos mostra o seu poder. Explica, co clareza meridiana, como as mãos invisíveis que conduzem os interesses dos trusts se sobrepõem aos controles da soberania das nações, mesmo quando ricas e organizadas. Oferece dados que comprovam a ação dos cartéis na luta sem sentimentalismos pelo posse das jazidas e dos mercados, e na interferência política direta ou indireta na vida interna dos países produtores de petróleo para assegurar a continuidade de seus lucros fabulosos. Mostra a técnica usada pelas grandes corporações para moldar a opinião pública de acordo com as suas conveniências, aplicando desde a “publicidade institucional” até outras formas de suborno e catequese tão conhecidas.
Analisa a influência das corporações internacionais na politica externa dos Estados Unidos levando a dúvida sobre se os dirigentes dos grandes cartéis são ou não mais poderosos do que Presidentes e Secretários de Estado que sobem e caem periodicamente. Descreve a composição e as ramificações das grandes companhias de petróleo ( Standard de New Jersey e da Califórnia, Shell, Gulf, Texaco, Socony ), que dominam, diretamente ou através de subsidiárias, mais de 80% das reservas, dos mercados e da indústria petrolífera do “mundo livre”.
Conhecemos, profundamente, excessivamente, as desvantagens do monopólio estatal. Desde que, em 1938, foi declarada de utilidade pública a industria petrolífera do Brasil, e criado o Conselho Nacional do Petróleo, formalizamos restrições à participação dos trusts na exploração, na produção, na refinação e nos transportes de combustíveis líquidos e durante a árdua luta pela criação e pela consolidação da Petrobras, gastaram-se fortunas para descrever com requintes de detalhes as “inconveniências” da introdução do Estado nessa atividade.
O livro de O´Connor apresenta algumas desvantagens não só do monopólio privado, mas da iniciativa privada para aproveitar a técnica e economicamente as jazidas de petróleo. Conta o tremendo prejuízo que sofreu o patrimônio presente e futuro da nação norte-americana com a aplicação da “lei de captura”, a “lei da selva” - “tira o petróleo de teu vizinho antes ele tire o teu”.- Muitos bilhões de dólares foram gastos sem necessidade na perfuração de poços excessivos que esgotaram os campos prematuramente, ou poços secos locados em áreas improdutivas; dezenas de bilhões de petróleo ficarão para sempre perdidos nos reservatórios em consequência da exploração predatória e descontrolada. Esse prejuízo imenso e irreparável converte os Estados Unidos, - maior produtor e maior consumidor de petróleo – em importador de óleo cru e força-o a disputar reservas fora de seu território para atender ao seu extraordinário consumo, que foi da ordem de 8,5 milhões de barris por dia em 1957 e deverá ser superior a 10milhões por dia em 1965.
Sob o ponto de vistada conservação das jazidas, para permitir que a maior quantidade de óleo ou gás, O´Connor afirma textualmente:
“ Geológica e economicamente, a constituição peculiar do petróleo o apresenta como um monopólio natural que exige lavra técnica, pelos menos em unidades de depósitos e campos antes que em unidades caprichosas de superfície possuídas em formas de lotes, granjas ou fazendas. A verdade é que a legitima conservação demandaria a propriedade nacional do petróleo e a lavra de acordo com o plano nacional”.
Esse sistema vem sendo aplicado no Brasil. Estamos no caminho certo.
Examinando os problemas de reservas, no transporte, da refinação, do mercado, das relações dos cartéis com o público e com o consumidor, das interferências do Governo, da necessidade de uma politica de petróleo em que preponderem as conveniências da coletividade, o autor de “ O Império do Petróleo” cita autores que preconizam a nacionalização da indústria petrolífera, predicando que essa providência encontra plenamente justificáveis:
“ base ética, pois sendo o petróleo um recurso natural que pertence a todos, não deve tornar-se de propriedade de grupos privados; base econômica, pois propriedade privada conduziu a dilapidações vergonhosas, ao emprego anti-econômico e a lucros de todo exorbitantes; base politica, pois o domínio do petróleo por interesses privados põe em perigo a democracia, já que corrompe o Governo e deixa a coletividade sem poder para controlar o seu próprio destino”.
Merece atenção a parte do livro que se refere à industria do petróleo fora dos Estados Unidos. Mostra que, na Era do Petróleo, o predomínio da nação americana e da Rússia sobre o mundo, assenta sobre depósitos subterrâneos existentes em seu próprio solo, sempre disponíveis. Numa síntese excelente, reúne números e fatos para contar episódios impressionantes do crescimento dessa atividade que leva em sua seiva a libertação ou a escravização dos povos. Relata a formação de fortunas enormes, extra´das de países pobres, transformando-os em províncias econômicas de outras soberanias que dirigem seus destinos à distancia. A unidade de medida dos lucros extraídos das nações que entregaram suas riquezas à ganância dos carteis internacionais, quando não é o bilhão de dólares. Descreve o controle frio e severo dos preços de venda de óleo cru e derivados, que não se subordinam à lei da oferta e da procura, nem se relacionam com os custos de produção, mas obedecem ao livre arbítrio dos trusts. Evoca os critérios estabelecidos para a distribuição dos mercados, que tem por fim evitar que a concorrência conduza à redução dos lucros. Comenta um pouco do complicado jogo de xadrez que se opera para manter sob rígido controle as reservas mundiais de petróleo.
Harvey O´Connor termina o seu livro com o capítulo “ O Futuro do Petróleo”. Presta merecida homenagem ao México afirmando: “ No mundo livre, cavalgado pelo monopólio internacional, a luz pequena, porem constante, da Petróleos Mexicanos fulgura como farol de esperança para as terras da América Latina e do Oriente Médio, tão ricas em petróleo como perseguidas pela pobreza”.
A PEMEX, empresa estatal criada em 1938, quando o povo azteca resolveu nacionalizar sua indústria petrolífera, pondo fim a intermináveis revoluções, sempre sofreu tremenda campanha dos trusts, semelhante à que se refere agora sua irmã do hemisfério meridional, a dinâmica e vigorosa PETROBRÁS. Ambas representam a afirmação da confiança de mexicanos e brasileiros na sua capacidade para resolverem problemas econômicos de sua exclusiva soberania. A PEMEX não está mais só. Outro farol de esperança já brilha na América do Sul.
O´Connor põe em debate a “necessidade de um controle internacional” para os recursos mundiais de petróleo. O petróleo é uma herança da humanidade e deve ser explorado em beneficio da raça humana e dos povos atrasados que vivem sobre suas jazidas. O momento oportuno para assegurar esse controle teria ocorrido quando se negociou a paz, no fim da Segunda Grande Guerra. A duração da paz está ligada á luta pelo petróleo. Termina provando que não convém aos trusts uma Agencia Mundial de Petróleo que viesse reduzir o imenso poder que exercem. Suas últimas palavras são: “ mais fortes, no momento, que o povo ou que as ideias, as corporações de Achnacary governam. Porem, para elas terá que ser apropriado o ditado: Depois de nós, o dilúvio”.
“ O Império do Petróleo” é a mensagem corajosa de um homem que ama a democracia e a liberdade para todos os homens que desejam a prosperidade dos povos sem a sujeição a imperialismos econômicos ou políticos. È a mensagem de um digno representante da nação norte-americana e que tem como objetivo colocar o petróleo a serviço dos povos e não de grupos econômicos sem escrúpulos e sem entranhas.
O público brasileiro deve ler com atenção este livro, lançado graças as civismo de Dalton Boechat e ao apoio da editora ZAHAR. Entre outros méritos, evidencia que não estamos isolados na luta de possuir uma industria petrolífera que reverta os seus benefícios em proveito da nacionalidade. O petróleo é patrimônio da nação, é instrumento de soberania, é arma de segurança, é ponto de germinação de desenvolvimento econômico. O petróleo representa poder político, econômico e militar.
Durante quase um século, mais de noventa anos, nosso esfôrço para dominar a indústria dessa fonte de energia que vinha promovendo a prosperidade dos povos foi tímida e insignificante. A descoberta de excelentes campos de petróleo em outras áreas da América do Sul desviou a atenção dos trusts para outros países. A iniciativa privada revelou-se mais do que raquítica e a ação do governo só se tornou digna de registros dos sofrimentos e vicissitudes da Segunda Guerra Mundial.
Entretanto, a partir da criação da Petrobras, em 3 de outubro de 1953, certos fiéis interpretes de interesses antinacionais, tomados de intenso e duvidoso nervosismo, passaram a exigir milagres da companhia estatal, clamando por soluções imediatas para problemas que se vinham arrastando há decênios.
Buscam esconder que a Petrobras, a partir de sua criação, conseguiu, na produção interna de petróleo cru, crescimento percentual superior a qualquer outro pais do mundo, tendo ultrapassado, em apenas 5 anos de existência, a produção do Japão, da Iugoslávia, da Índia, do Paquistão, da Nova Guiné, do Equador,da Bolívia, do Chile, da Holanda, da Itália, da França, do Peru, da Áustria e do Egito. Essa produção, que era 2.700 barris por dia em 1954, passou a ser de 62.000 barris por dia em dezembro de 1958 ( 1.922.000 barris no mês ). As reservas recuperáveis cresceram, no mesmo período, de 255 milhões de barris para 480 milhões de barris.
A Petrobras deixou de ser uma esperança para constituir magnifica realidade. Nenhuma companhia privada, cujo interesse exclusivo é o lucro, pode realizar mais rapidamente do que ela a exploração das bacias sedimentares. Essas companhias procuram reduzir ao minimo as possibilidades de risco. O exemplo da América do Sul é flagrante. A Petrobras dispõe hoje, com suas 42 equipes de pesquisa geológicas, sismográficas e gravimétricas bem equipadas e com técnicos experimentados, de meios superiores, em numero e em qualidade, aos que são aplicados por todas as prosperas companhias que atuam na Venezuela, na Colômbia, no Peru, na Argentina, na Bolívia, no Chile, no Paraguai ou no Equador.
A Petrobras é hoje uma das companhias do mundo que realizam maior esforço para descoberta de novos campos de petróleo. Suas sondas aumentaram de 22 para 58. Opera no Acre, no Amazonas, no Pará, no Amapá, no Maranhão, em Alagoas, em Sergipe, na Bahia, no Espirito Santo, no Estado do Rio, em São Paulo, em Mato Grosso, em Santa Catarina, e no Rio Grande do Sul. Deve ser considerado, porem, que o programa de exploração está apenas no inicio e que à medida que aumentarem os seus recursos financeiros, com a entrada em funcionamento das novas unidades em construção ou em ampliação, investimentos muito mais vultuosos serão aplicados no estudo das imensas áreas sedimentares de nosso subsolo, de mais de 3 milhões de quilômetros quadrados, que em poucos anos estarão pesquisados.
O programa em desenvolvimento permitirá que a partir de 1961 o parque de refinação atenda à totalidade de consumo interno de derivados, estimada em 300.000 barris diários. A Frota Nacional de Petroleiros disporá de navios com capacidade de 500.000 toneladas de carga. As fabricas de asfalto da Petrobras atenderão, como vem fazendo, a todas as necessidades de pavimentação do sistema rodoviário. Suas fabricas de fertilizantes colaborarão no aumento da produtividade agrícola. A fabrica de borracha sintética e suas unidades petroquímicas ajudarão a criação de numerosas industrias.
A Petrobras e as empresas estatais como a PEMEX ( México ) e a ENI ( Itália ) são combatidas pelos trusts porque:
1º – Retiram do controle dos “Trusts” os mercados dos países onde atuam.
2º – Diminuem os lucros que os “trusts” vinham usufruindo, na importação e venda de derivados.
3º – Constituem a mais séria ameaça à política mundial de preços dos “trusts”.
A industria petrolífera, na base dos preços do mercado internacional, oferecem lucros enormes. O controle dessa industria pelo Estado permitirá ajustar os preços internos ou de exportação as conveniências da política do pais. A derrota total dos trusts resultará do barateamento dos preços dos derivados.
O sucesso das empresas estatais anima os países produtores de petróleo sujeitos as domínio ditatorial dos trusts a lutarem pela sua independência, criando companhias semelhantes. O que aconteceria se o IRÃ, o IRAQUE, a ARABIA SAUDITA, a VENEZUELA, o KUWAIT seguissem o exemplo do BRASIL?
Entre os objetivos mais relevantes do monopólio estatal do petróleo, além da propriedade das jazidas, do controle da distribuição e dos preços, do poder de fixar as locações tecnicamente e de regular a extração dos poços,da conservação das reservas, da formação de técnicos capazes, de fazer reverter os lucros em proveito da capitalização nacional, de evitar a formação de grupos econômicos privados que venham ameaçar a segurança e os interesses da coletividade, sobressai o objetivo da poupança de divisas que resulta para o país da substituição do petróleo e de seus derivados importados pela produção interna. Essa poupança influirá na criação de outras atividades econômicas, estimulando o crescimento da renda nacional. No período 1955/1961, a indústria de petrolífera nacional deverá proporcionar economia de divisas superior a um bilhão de dólares.
Devemos intensificar nossa politica nacional do petróleo. Dispomos de um mercado de 65 milhões de habitantes, com baixíssimo nível de consumo per capita, mas que se acha em plena ascensão. Esse mercado apreciável constitui uma garantia formidável para o crescimento da Petrobras. Se fosse controlado por monopólios privados estrangeiros seria tremendo grilhão a impedir nosso desenvolvimento industrial. A politica nacional de petróleo deve contribuir para solucionar esse problema vital de nosso povo, auxiliando a expansão de nosso parque industrial e propiciando padrões de vida e de conforto mais elevado aos brasileiros.
A Petrobras é o orgão adequado e legal para executar a politica do petróleo no Brasil. Tem provado que é eficiente e capaz. Todos os recursos e todas as facilidades devem ser proporcionados ao seu funcionamento e à sua ampliação. O povo brasileiro deve formar uma só fôrça, colocar-se numa só trincheira, poderosa e coesa, para repelir a ideia de modificar o regime de monopólio estatal.
É indispensável dar à Petrobras tratamento prioritário correspondente à importância do problema que tem a resolver. Deve ser fiscalizada em sentido elevado, não com interferências impertinentes no sentido de desprestigia-la. É preciso que o Congresso e os órgãos do Governo emprestem à Petrobras efetiva colaboração, facilitando sua ação e não criando-lhe dificuldades de toda ordem. Urge cessar a campanha surda dos homens de responsabilidade contra a empresa estatal. Os lucros da Petrobras são lucros do povo. Somente fortalecendo-a poderemos aspirar a ter em breves anos anos uma companhia à altura da grandeza do pais.
A Petrobras precisa adquirir mais navios petroleiros, construir mais refinarias, oleodutos, terminais, instalar novas fabricas de borracha sintética, de fertilizantes e de asfalto, ampliar o seu parque petroquímico, participar com relevo na distribuição, centralizar a importação de petróleo bruto e derivados, multiplicar o seu capital, para cumprir plenamente sua missão de representar o Brasil na competição petrolífera internacional.
Alimentamos fundadas esperanças de que até o fim do seculo XX o Brasil surgirá como possuidor de consideráveis reservas de petróleo e ocupará posição de invulgar relevo na industria petrolífera do Universo.
Noite e dia, ao sol e à chuva, no frio dos pampas, na umidade das florestas ou no calor equatorial, nos rios e nos mares, os homens do petróleo das turmas de exploração ou perfuração, os operadores das refinarias ou das fabricas, os marítimos da Frota Nacional de Petroleiros, os operários das obras em construção, os técnicos e os administradores, mantem acesa a chama que anima toda a equipe num trabalho incessante, devotada ao cumprimento da missão sagrada que o povo brasileiro confiou à Petrobras.
A Petrobras pertence, de fato e de direito, ao povo brasileiro. A União, o Estado, Os Municípios, o povo são os seus acionistas. Ser um empreendimento genuinamente nacional, ser uma empresa a serviço do Brasil, é o seu galardão. A Petrobras é uma bandeira de luta, é o simbolo da vontade dos brasileiros de completar, em curto prazo, a independência econômica da Pátria.
Não podemos transferir a ninguém a árdua missão na batalha encetada pelos nossos avós e que tem como meta colocar o nosso povo entre as nações mais prósperas da terra.
Não seríamos dignos de nós mesmos nem de nossos filhos, se nos conformássemos se servir de satélites eternos de outras potências quando tudo indica que poderemos contribuir ativamente para a glória da humanidade. Dizia Calógeras, o administrador exemplar, que “ o Brasil pede homens e não sombras, energias e não acomodações”.
Cabe-nos escrever novo capítulo da história pátria. Ontem nossos ancestrais sonhavam com a independência politica e com duros sacrifícios ou derramando sangue a conquistaram. Aspiraram criar um grande país, livre e democrático, onde seus descendentes pudessem viver felizes e o conseguiram em parte, legando-nos o Brasil imenso. Resta-nos agora, completar a sua independência econômica, aproveitando plenamente suas riquezas para colocá-las a serviço do povo brasileiro. A luta pelo desenvolvimento é a tarefa de nossa geração. A Petrobras será fator decisivo para alcançar a vitória.
Janary Nunes.

Da publicação deste livro já se passou mais 50 anos, porem a realidade é a mesma de LUTA e é com orgulho que EU com ex- funcionário ( Operador de Processo ) da Petrobras ( Refinaria Alberto Pasqualini ) de 14/01/1970 á 05/01/1972 estou enviando esta mensagem de BRASILIDADE deste Senhor ( E SE POSSIVEL LEIAM ESTE LIVRO ) para que todos os BRASILEIROS continuem lutando pelo que é nosso.
E que não seja feito o que o Sr. Presidente FHC fez em 1997 que tirou as ações do POVO BRASILEIRO e entregou para os especuladores.
E sim o que nosso Grande Presidente LULA o “ CARA” proferiu a respeito do Pré-Sal.
Foi o presidente Lula, em pessoa, quem propôs a retirada dos blocos exploratórios de petróleo e gás do entorno do mega-campo de Tupi e da área do pré-sal da 9ª Rodada de Licitações da ANP, em novembro passado. Lula abriu a reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética, no Rio, afirmando que “não passaria à História” como o governante que, ciente da notícia, “deixou tudo prosseguir como se nada tivesse acontecido”.

E também propôs que o PRÉ-SAL seja usada única e exclusiva em BENEFICIO DO POVO SOFRIDO DESTE PAIS , para dar uma real CIDADANIA a este POVO que constrói este pais.

A luta que agora se trava no SENADO NACIONAL faz parte do que esta escrito neste livro, porem iremos dizer LUTAR PARA NÃO ENTREGAR.

“O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO”

Por isto sou DILMA 2010

Hello world!

28/07/2009 por chico13dilma2010

Bem vindo ao Blog de Apoio Rede de Blogs Dilma. Esse e o primeiro Post. Sucesso!

TERCEIRA IDADE É DILMA 13


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